As característica da boca apresentam-se com tensão de oxigênio elevadas, que vai decrescendo na faringe e esôfago, diminui no estômago e duodeno, para se tornar nula no jejuno e íleo e intestino grosso. Há uma massa delgada líquida que confina a mucosa difundida pela parede intestinal. Além dos fatores mecânicos contam também as enzimas glicolíticas, proteolíticas, lipolíticas, e tensão superficial, o pH, o potencial óxido-redução.
A luz intestinal está saturada de CO2 e contém outros gases, como o nitrogênio, hidrogênio e o metano.
O potencial óxido-redução varia de 150mV no estômago, -100mV no intestino delgado, e -200 no intestino grosso.
Quanto ao pH dos sucos digestivos humanos varia de 5.8 a 7.1 na boca, 1.5 a 8.3 no estômago, 6.2 a 8.5 na bile intrahepática, e de 5.6 a 8.0 na bile da vesícula. Na secreção entérica vai de 6.5 a 7.6 e no suco pancreático de 7.5 a 8.8. No duodeno o pH sofre modificações rápidas, baixando a níveis fortemente ácidos quando o piloro dá passagens ao conteúdo gástrico em contraste com o conteúdo fortemente alcalino trazido pelo suco pancreático e pela bile. Estas variaçÕes variam de 5.8 a 7.6 no duodeno humano. No intetino grosso humano pH 8.0.
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